A minha primeira serenata poderia ser descrita por uma só palavra: indescritível, porém há que realçar pontinho por pontinho para que possa revivê-la sistematicamente, sem que a memória me traía. Há esta necessidade de descrevê-la ao pormenor, no caso desta minha “caixinha de arrecadações” se esqueça. Após um jantar imensamente agradável, repleto de caloiras entusiasmadas e doutoras bem-dispostas, seguiu-se o caminho para a tão esperada Serenata da Latada no largo da Sé Nova. Um caminho com uma subida íngreme, farto de estudantada trajada, escadas e rampas escorregadias, que foi feito na companhia da madrinha trajada e bem-disposta, que se queixou ao longo do trajecto da dificuldade em o subir. Chegamos antes da hora, o que nos permitiu encontrar um sítio com uma boa visibilidade para as escadas da igreja, onde se encontravam os intérpretes todos vestidos a rigor, usando imponentemente as tão famosas e clássicas capas e batinas da Universidade de Coimbra. Antes do verdadeiro espectáculo começar, fomos tirando algumas fotografias para daqui uns anos recordar e fomos comentando coisas aleatórias e demonstrando o enorme entusiasmo para o que se sucederia. Meia-noite. Finalmente, tinha chegado a hora. Lado a lado com a madrinha e aconchegadas pela capa preta, como já é tradição, fomos ouvindo os acordes da típica guitarra portuguesa e vozes angelicais entoando músicas que beiram a perfeição – não querendo ser exagerada. (Caso fosse exagerada diria que eram realmente perfeitas.) Com o desenrolar do momento esbelto, apercebi-me que estava abraçada à minha madrinha e ela a mim, e que esta chorava devido aos sentimentalismos que este acontecimento nos proporciona. Devido ao dilúvio não foi possível continuarmos até ao fim, porém a pequena parte que assisti, que vi, que ouvi e, - sobretudo – que senti, fizeram este momento um dos mais marcantes e inesquecíveis de toda a minha vida. Foi um momento perfeito, um acontecimento no qual não alteraria absolutamente nada. Até o tempo, apesar de ser prejudicial, deu outro encanto à situação. E quando dizem que Coimbra não se explica, sente-se… Finalmente, percebi o que isso significa. 


"Eu sei que nos amamos uns aos outros, mas o facto é que as amizades de Secundário, o que as une é o Secundário. Estar perto uns dos outros todos os dias, vermo-nos nos corredores. Quando acontece alguma coisa, não temos que fazer nada, nós já lá estamos. Assim que surgir a oportunidade, ficaremos preguiçosos, iremos seguir em frente e iremos esquecer-nos uns dos outros."
(Sábias palavras.)


Concretizei o meu maior sonho! Estou imensamente orgulhosa de mim mesma.
(Sem trabalho, sem sacrifícios não há nada. Eis o meu tudo!)
Quem me viu e quem me vê. Há três anos atrás, era uma menina frágil e chorosa que enfrentaria uma situação complicada e sozinha. Na minha perspectiva "naife" e totalmente dramática, seria o fim. Não teria nenhum ombro amigo, seria uma escola nova e a mudança seria tão radical que não aguentaria. Olhem só para mim, agora. Vagarosamente, conheci novas pessoas, enfrentei novos obstáculos – mais difíceis do que os anteriores. Terminei esta fase decisiva da minha vida mais madura, crescida, rica e perspicaz. Estes três maravilhosos anos mostraram-me que sou capaz de ultrapassar qualquer obstáculo, com a minha vontade e trabalho árduo. Mostraram-me, igualmente, bons ombros amigos e permitiram-me aperfeiçoar o meu lado amigável para com os outros. Espero levar algumas pessoas comigo para o resto da vida e as outras permanecerão no meu coração. Apesar de todas as falhas, contribuíram de alguma forma. Estes três anos foram repletos de sacrifícios, trabalho, angústias mas também de muitas pessoas e momentos agradáveis. Guardo estes três anos com imenso carinho na minha “caixinha de memórias”. Estes três anos foram uma espécie de teste, de prova para verificar se era realmente digna ou estava preparada para um futuro tão exigente e gratificante. Julgo ter passado no teste. E espero, ansiosamente, por realizar o meu maior sonho, o meu objectivo de vida que se avizinha a passos largos. 
Desde muito cedo que me foi incutido o princípio de: “sem trabalho, sem sacrifícios não há nada”, uma vez mais, acabo de comprovar que todos os sacrifícios, todos os esforços valem a pena. Gosto de concretizar os meus objectivos e desejos, mas com muito trabalho e sacrifício para tornar a concretização ainda mais saborosa. Estou imensamente orgulhosa de mim mesma! 
Nada, absolutamente nada é vão. Falta pouco, e não será agora que vais desistir. Por isso, ergue a cabeça e acredita que tudo irá correr bem. Tu mereces, trabalhaste para merecer. A felicidade aproxima-se a passos largos. Aguenta só mais um bocadinho, por favor. 
Está tudo prestes a terminar. Felizmente e infelizmente. Felizmente, porque todo este tempo, trabalhei para atingir esta próxima etapa da minha vida. Porém, infelizmente, é um fim agridoce. Lá se vão os amigos do Secundário. Amigos, esses que via e lidava todos os dias. Acabam-se as angústias e preocupações comuns. Deixam de existir aqueles momentos de descontração, antes de uma avaliação decisiva. Extinguem-se as conversas proibidas, mas tão saborosas, no meio de uma aula importantíssima. Desaparecem os sermões e resmungos por parte dos professores derivados da nossa distração ou risota uns com os outros. Tudo isto termina este ano. Independentemente de muita gente me dizer que as amizades continuarão. Poderão continuar, contudo, nunca mais serão as mesmas. Foi o Secundário que nos uniu. A nossa amizade evoluiu nas salas de aula, nos corredores e nas tardes de estudo. Tudo isso formou e fortaleceu a nossa amizade. E com o fim dessas coisas, a nossa amizade – como hoje a conhecemos – acabará. Resta-nos guardar estes três anos no local mais remoto do nosso coração e irmos, de vez em quando, reviver esses momentos. As amizades do Secundário poderão durar uma vida, mas nunca como esperamos que elas sejam. 
Independentemente do percurso que escolha ou siga, indubitavelmente, partilhei uma fase importante da minha vida com estas pessoas, e por isso, converteram-se em pessoas preciosas. Os seus defeitos aperfeiçoaram as minhas virtudes, e as minhas qualidades retocaram os seus pontos negativos. Parto com um pedacinho meu a menos, que se tornou vosso. Porém, parto mais rica, completa e abundante, graças à vossa amizade. 
Obrigada. Obrigada por estes três anos. Gosto muito de vocês.
Desejo-vos a maior felicidade e sorte do mundo. 



Apercebi-me de algo que somente acontecerá daqui a umas semanas ou meses: sentirei falta, amanhã, do que ignoro, hoje. Há certas coisas e pessoas que estou tão habituada, que se vulgarizam, e essa vulgarização fá-las menos importantes ou mesmo insignificantes, porém, o tempo e a distância criam um sentimento saudoso. É impossível não aceitar como certo ou comum o que vemos ou lidamos, diariamente, mesmo que tenhamos consciência de que nada é eterno. Já estou naquela fase em que usufruo o momento, mas simultaneamente, penso no seu fim e na sua fugacidade, provocando saudades. Sentirei falta das pessoas amigas, dos momentos aprazíveis e das coisas agradáveis, contudo, sentirei ainda mais falta das pessoas desprezáveis, das adversidades e dos aspectos negativos que predominam na nossa jornada. Sentirei falta de tudo o que é bom, mas sentirei falta, sobretudo, de tudo o que é mau ou abominado, pois tudo isso caracteriza o meu dia-a-dia, o meu quotidiano. E isso, felizmente ou infelizmente, mudará por completo. 
A fonte de consolo, de alento, de resistência deve residir dentro de nós próprios. Por muitos amigos, por muitos suportes ou ânimos existentes, cada pessoa tem as suas prioridades e essas, indubitavelmente, estão acima do teu próprio bem-estar. Tu és o único responsável pelo teu próprio bem-estar. Tens o dever de renovar as tuas energias. Tens a obrigação de te levantares, após teres uma mão ou um joelho esfolados da queda, e continuares o caminho. Não vale a pena criticar ou julgar, ou mesmo enunciar o princípio do egoísmo, porque ninguém tem a obrigação de te consolar cada vez que cais ou tropeças. Aliás, a diferença entre os fracos e os fortes, é que os segundos encontram força, esperança, vida interiormente, já os primeiros buscam-na nos outros. Considero-me uma pessoa razoavelmente robusta, pois, diariamente, reencontro vitalidade dentro de mim para que possa progredir. Afinal de contas, no final do dia, mais ninguém, além de ti próprio, estará preocupado com as rasteiras que a vida te prega.
Por isso: sorri e diz que estás bem, porque, sinceramente, ninguém se preocupa contigo. 


1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Respira fundo, Sara! Reprime as lágrimas. Controla o nervosismo e a ansiedade. Expulsa o pessimismo. Liberta toda a angústia. Esta situação, apesar de me perseguir todos os dias, parece que somente agora me fez acordar. Como se fosse um abanão brusco, rude, bruto. A minha vida decide-se, daqui a uns meros meses, e está tudo nas minhas mãos. Não sei qual seria o pior… Se estivesse pendente de terceiros ou somente de mim. Os meus esforços, os meus sacríficos, o meu trabalho alcançados até agora, não são o suficiente? É normal eu acreditar mais na possibilidade de não conseguir? Será a minha indução apuradíssima a dar-me um aviso ou é simplesmente o meu pessimismo crónico a sobrepor-se? Gostava de obter algumas certezas, de forma rápida. Isto resume-se a tudo o que sempre desejei, ambicionei, sonhei. Isto é a minha futura felicidade. Não me imagino noutro lugar ou a exercer outra função. É tudo o que mais quero, e quererei, para sempre. Atingir este objectivo resume-se ao significado da minha vida. Numa linguagem mais dramática e excessiva, mas não deixa de ser verdade. Eu nasci para isto. Eu preciso disto. Eu vivo por isto. Independentemente das complicações que esta escolha me forneça, eu aceito-as todas, de bom grado. Eu tenho consciência das futuras lágrimas vertidas, do nervosismo que me consumirá, dos sacrifícios e deveres que englobam esta decisão. Mas não me importo, lidarei com tal suplício de forma aprazível. Se estou tão disposta a todo este tormento, porquê que nenhuma alma caridosa – por exemplo, a minha – me dá um pequeno consolo e acredita que irei conseguir? Eu tenho que conseguir concretizar este objectivo! A minha felicidade depende dessa superação. Eu dependo dessa realização. Não posso falhar! Não posso errar! Não tolero desilusões. Já tive muitos erros e falhas ao longo da minha existência, não poderei perder algo tão importante. Mas por vezes, sinto que tornar-me-ei a falhada que sempre temi ser. 
Esta situação fúnebre coloca-me numa posição que tento ao máximo evitar. Recordo-me de todas as pessoas que um dia perdi, e que, no futuro, estou sujeita a perder. Porém, no meio deste aglomerado, há alguém que se destaca. Alguém que me acompanhou desde o meu primeiro dia de vida até ao último dia da sua vida. A minha última lembrança dessa pessoa, em específico, não é das mais agradáveis. Aliás, a meu ver, a nossa última lembrança de qualquer pessoa especial, nunca é agradável. Mas esta em concreto dilacera-me.  A inércia, o sofrimento, a enfermidade que se apoderava do seu corpo e denegria a sua alma tão caridosa, é o que predomina nas minhas recordações. Gostava tanto de saber onde tal alma reside, actualmente. Onde estás? Essa resposta resolveria todo o meu tormento, dúvida e dor que predominam na minha existência. Pois, este meu medo paranóico da morte aflige-me, continuamente, e assim será até ao resto dos meus dias. E esta preocupação do fim da tua existência poderia ser dissolvida. Para mim, existirás sempre, independentemente da circunstância. O afecto e o sentimento que sempre estiveram associados a ti, persistirão até ao fim. Enquanto eu viver, eles existirão. E recordar-te-ei, todos os dias da minha vida, sem excepção. Não tenho palavras para transmitir a gratidão que nutro por todo o carinho, mimo, educação e amor que me proporcionaste. Lamento imenso. Peço desculpa pela minha atitude egoísta, perante certas pessoas que tanto fizeram parte da tua vida, como fazem da minha. Mas simplesmente não consigo entrar num espaço que está impregnado de memórias tuas. Eu sei que onde quer que estejas, deves estar, terrivelmente, aborrecido comigo, mas eu sei que continuarei a ser a tua menina e que serei perdoada. Não imaginas a falta que me fazes. Amo-te tanto! Acho que nunca te cheguei a dizer isto… É mais um dos muitos arrependimentos que tenho às costas. Apesar disso, trabalharei todos os dias, para que te sintas orgulhoso de mim. E tornar-me-ei a mulher que tu tanto me disseste para ser. O que me custa mais, é constatar que apesar de desejar, imensamente, a tua presença, esta nunca mais retornará. Pelo menos, fisicamente. Pois, de forma espiritual, estarás, eternamente, no meu coração. Nos momentos mais difíceis recordo-me sempre do teu olhar orgulhoso e das tuas palavras doces, destinados só a mim. À tua menina. 
Querido e eterno padrinho, onde quer que estejas, descansa em paz. 
Tenho um enorme defeito. Um terrível defeito. Crio demasiadas expectativas em relação a certas pessoas, acabando sempre, por me desiludir ou sair magoada. Tenho que começar a emendar ou evitar esse erro. Já o cometi infindáveis vezes, que já é considerado um mau hábito, em vez de ser uma falha. Necessito de aprimorar esse meu engano se não, consequentemente, irei continuar a sofrer pelo insignificante e a crer no que não vale a pena.
(Provavelmente, sou eu que exijo demasiado.) 
É neste tipo de momentos  melancólicos, parados e deprimentes – que me assola uma necessidade de hibernar. Hibernar, literalmente. O meu cérebro tem dado voltas, e mais voltas, provocando dores de cabeça e choramingos por parte do meu lado sentimental. Preciso de descanso. Preciso de repousar de forma tranquila, serena, profunda. Necessito de desligar a minha mente. Mas apesar de reconhecer a necessidade de uma pausa, o meu cérebro, o meu próprio organismo, rejeitam qualquer tipo de descanso. O dia em que deixar de pensar, de reflectir, de analisar, de racionalizar estarei morta. Porque isto sou eu. A busca pela razão, a procura pela lógica, o uso da inteligência, o melhoramento dos argumentos. Tudo isso define-me. E eu não posso, nem quero mudar a minha essência. Queria somente, temporariamente, descansar. Queria que a minha consciência fosse de férias e me deixasse livre por uns tempos. Não é que a tenha pesada, pelo contrário, racionalmente, eu estou certa e isso não mudará. Nem mudarei de opinião ou de atitude, mas queria que a minha consciência me parasse de dizer de forma irónica: “Parabéns, uma vez mais, agiste de forma racional, como tu sempre queres.”; e, por outro lado, parasse de me apontar o dedo, dizendo: “Agora, aceita as consequências das tuas atitudes racionais.” A minha consciência é sádica. Não… eu sou sádica. A minha consciência é um massacre. Um autêntico massacre. Uma praga da qual não me consigo livrar, mas – a meu ver  é das faculdades mais preciosas que possuo. Jamais seria capaz de abdicar dela. Por isso, serei sempre assim. Todas as palavras ditas, todos os passos dados, tudo será analisado, minuciosamente, pela minha preciosa e masoquista consciência. Não eu me importo, já estou habituada, e é graças a ela que consigo analisar os meus erros e não repeti-los. É a minha consciência que me proporciona o senso de justiça que eu tanto idolatro. E me possibilita cumprir a ideologia  que desde muito cedo me foi incutida  do dever. Mas, infelizmente, tenho o coração nas mãos. E não sei o que fazer. A racionalidade nestas alturas foge, deixando-me sozinha. Preciso, definitivamente, de hibernar. Preciso de um romance do meu doce Eça de Queirós, de uma tigela cheia de grãos de romã e de muitos chocolates, e talvez um ou dois pacotes de lenços para que possa aliviar esta angústia toda.
(Enfim, quando perco toda a minha racionalidade, fico mesmo deprimente e deplorável.) 


Há certas coisas que nunca irei entender em toda a minha vida. Como é que uma atitude, uma única e singela atitude pode mudar tudo? Uma palavra, um pensamento, uma atitude. Uma só coisa pode mudar tudo. Uma atitude com uma postura altruísta, bondosa, caridosa, amigável, mas acima de tudo, racional. E uma pessoa, – como eu – que lhe predomina pelo sangue o pessimismo, a negatividade, por uma exclusiva atitude, duvida de todas as outras. Sejam boas ou más. Quer dizer, é algo tão típico vindo de mim, esquecer as partes boas. A minha mente, involuntariamente, realça todos os aspectos negativos. Não realça só, persegue-me com tal, até que chegue a um determinado momento em que me esqueça de todos os bons momentos que existiram e não tenho a capacidade de renovar o meu vigor. Terei que trabalhar mais nisso, mas neste preciso momento não tenho tempo para tal. Apesar do meu lado sentimental choramingar, não me arrependo do que fiz. O meu lado racional declarou-se, e rejo-me sempre por ele. 
Não sei se é o tempo penoso ou o meu estado de espírito desanimado, que me fazem ter estes pensamentos, estas sensações. Esta monotonia faz-me recordar os tempos em que a minha mente e o meu coração não possuíam qualquer pausa. Aquela excitação do primeiro amor, aquela dor suicida, aquele amor tresloucado e imaturo, aquela paixão desenfreada, aquela sofreguidão, todo um conjunto de sentimentos e sensações violentas, radicais, soberanas. Tudo isso consumia-me a alma, o corpo, o coração e a mente. Tudo causado por um mero traste. Infelizmente ou felizmente, se fechar os olhos e tentar imaginar o seu rosto, recordo-me de toda a sua fisionomia, de todos os seus traços. Apesar de ter sido um crápula, tenho de reconhecer, era bonito. Não é que sinta saudades dele, ou de tudo o que me fez sentir de bom ou mau, é somente uma falta, uma necessidade de movimento, de agitação, de acção. E consequentemente, tenho que regredir a esses tempos e comparar a monotonia de hoje com o alvoroço que era há uns anos atrás. Ao retornar aos velhos tempos, sinto de forma mais subtil, mais leve, tudo o que senti naquela época, de bom ou mau, mas senti de forma marcante. Isto poderá até soar masoquista, e um pouco irracional, porque, actualmente, eu tenho conhecimento do que isto quer dizer, mas seria agradável sentir tudo isto de novo. Todos os altos e baixos. É tolo, sem dúvida alguma, mas seria aprazível, por outro lado. 

Biografia

A minha foto
Natural de Neuchâtel, Suíça. Actualmente, vivo em Coimbra, Portugal.

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