O amor precisa de organizar as suas prioridades. Os seus objectivos, os seus limites – se os tiver. O amor nunca se torna rotina. Todos os dias, haverá uma descoberta, um momento diferente. O amor deverá ser louco, incondicional, irrevogável, ilimitado, eterno, profundo, sincero, bondoso, verdadeiro, sublime. Qual será a forma correcta de amar? No meu ver, o simples acto de amar é o correcto. Desde que exista amor, tudo é certo. Como é possível saber qual é o momento, a altura ideal para começar a amar? Não há. Não podemos aguardar a pergunta: “Estás pronta?”. Qual seria a nossa resposta?! O amor é espontâneo, surge por acaso. E qual será a pessoa certa para doá-lo? A pessoa certa é aquela que o nosso coração chama. Eu diria que tenho, uma tendência por me apaixonar por idiotas. Mas afinal, qual será o homem certo para mim? Terá olhos castanhos, azuis ou verdes? E a sua cor de cabelo? A sua personalidade? Apenas poderei exigir duas coisas vindas dele: amor e respeito. Quando o amor surgir, eu não terei tempo para responder: “Sim, estou pronta!”. No momento da resposta, já me atirei de cabeça para esse amor, já perdi o meu coração, e já entreguei a minha alma. E depois… apenas me basta que ele corresponda. 

2 comentários:

  1. adoro tanto o teu blog, escreves muito bem, parabéns * :)
    estou a seguir!
    beijinhos
    http://franciscagama.blogspot.pt/ e http://franciscagamacartas.blogspot.pt/ :)

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Natural de Neuchâtel, Suíça. Actualmente, vivo em Coimbra, Portugal.

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