“Irrevogavelmente” foi o meu único pensamento. Senti a minha alma reconfortada, e o meu coração recheado. A forma dos sentimentos era tão desconhecida, mas extremamente agradável. A minha excepcional veleidade era perder-me em seus braços… e deixar que o ego e o desejo falassem mais alto. Perdi-me em seus olhos, e em seus braços. Tal e qual. “Avidamente” agora, fora o meu conceito. Render-me por completo, e deixá-lo chegar ao íntimo do meu profundo ser. Cada contorno, recanto ou pormenor, ele teve. Por um tempo indefinido fui sua. E ele meu. Esta posse, derrubava todas as barreiras que algum obstáculo pretenderia. Uma vez mais, perdi-me em si. E duas almas uniram-se numa só. “Eternamente” raciocinei.

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«Para bom entendedor, meia palavra basta»

Biografia

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Natural de Neuchâtel, Suíça. Actualmente, vivo em Coimbra, Portugal.

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